Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Sob críticas, ministro da Justiça monitora julgamento do STF a distância

Wellington Silva ficará no ministério para despachos e reuniões e acompanhará sessão do STF, mas não deve integrar grupo que atualizará Lula

15/09/2026 12:14, atualizado 15/09/2026 12:26
Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva
ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva

O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, decidiu acompanhar a distância julgamento sobre uma possível investigação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo apurou a coluna, ele manterá a agenda de despachos internos e reuniões nesta terça-feira (15/9). Ele permanecerá no Ministério da Justiça, onde terá reuniões e ficará à disposição do presidente Lula.

Sob críticas, ministro da Justiça monitora julgamento do STF a distância - destaque galeria
3 imagens
Presidente Lula
Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva
Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva
1 de 3

Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula
2 de 3

Presidente Lula

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva
3 de 3

Ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva

Segundo sua assessoria, o ministro da Justiça ficará atento ao andamento do julgamento. Lima e Silva, porém, não deve integrar o grupo de auxiliares encarregados de manter Lula informado sobre os desdobramentos da sessão.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

A postura ocorre em um momento de desgaste de Silva dentro do próprio governo. O ministro tem sido alvo de críticas de uma ala da gestão Lula e do PT, que consideram “passiva” sua atuação diante da crise do STF.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

À frente do Ministério da Justiça, Silva tem entre suas atribuições políticas estabelecer o diálogo do governo com o Judiciário.

As críticas ganharam força durante a crise no Supremo, desencadeada após a divulgação de conversas entre Moraes e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Nos bastidores, integrantes do governo cobraram de Silva uma atuação mais incisiva na interlocução com a Corte.