Igor Gadelha

Presidente da CPMI recorre da decisão de Mendonça sobre Vorcaro

Presidente da CPMI do INSS recorreu da decisão de André Mendonça para que Daniel Vorcaro possa viajar para Brasília em avião particular

atualizado

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O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), decidiu recorrer da decisão do ministro do STF André Mendonça que proibiu Daniel Vorcaro de viajar a Brasília em um avião particular para falar à comissão.

Viana vai insistir que o banqueiro deve prestar depoimento presencialmente no Congresso Nacional, assim como fizeram outros investigados da CPMI. O senador se recusa a viajar para São Paulo para ouvir o dono do Master.

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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
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Senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS
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Senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS

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Viana também descarta pedir um avião oficial da Polícia Federal (PF) para transportar Vorcaro. Pelas contas do senador, isso teria um custo de R$ 150 mil, montante que o parlamentar considera alto.

Pedido negado

Na sexta-feira (19/2), o novo relator do Caso Master no STF, André Mendonça, negou o pedido da defesa de Daniel Vorcaro à CPMI para que o banqueiro viajasse a Brasília em um avião fretado.

O ministro autorizou a viagem apenas em voo comercial ou, ainda, na possibilidade de um avião da Polícia Federal. No voo privado, Vorcaro seria escoltado por membros da Polícia Legislativa do Senado.

Diante da negativa, a defesa de Vorcaro avisou que ele não compareceria. Os advogados rejeitam a possibilidade de o banqueiro embarcar em um voo de carreira, com receio de sofrer ataques de outros passageiros.

Diante do impasse, o dono do Banco Master sugeriu prestar depoimento por escrito. Ou, ainda, que Viana e o relator da CPMI, Alfredo Gaspar (União-AL), fossem a São Paulo para ouvir o banqueiro.

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