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Igor Gadelha

Presidente da CCJ diverge de Moraes sobre perda do mandato de Ramagem

Presidente da CCJ diverge do ministro Alexandre de Moraes e defende que Câmara tenha palavra final sobre perda do mandato de Ramage

29/11/2025 07:00, atualizado 29/11/2025 09:02
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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ex-Abin Alexandre Ramagem entrevista. Brasília -Metrópoles

Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado Paulo Azi (União-BA) defendeu à coluna que a Casa tenha a palavra final sobre a perda do mandato do deputado bolsonarista Alexandre Ramagem (PL-RJ) ordenada pelo STF.

Na terça-feira (25/11), o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenou que a Mesa Diretora da Câmara declare a perda do mandato de Ramagem por excesso de faltas às sessões plenárias, e não pela condenação do deputado bolsonarista no inquérito do golpe.

Presidente da CCJ diverge de Moraes sobre perda do mandato de Ramagem - destaque galeria
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Relator da PEC 6x1 na CCJ, Paulo Azi (União Brasil-BA)
Ramagem perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025
O ex-parlamentar está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025
Paulo Azi é o relator da PEC 6x1 na CCJ da Câmara
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Paulo Azi é o relator da PEC 6x1 na CCJ da Câmara

Giuliano Gazzoni/Metropoles
Relator da PEC 6x1 na CCJ, Paulo Azi (União Brasil-BA)
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Relator da PEC 6x1 na CCJ, Paulo Azi (União Brasil-BA)

Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
Ramagem perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025
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Ramagem perdeu o passaporte diplomático após ter o mandato de deputado federal cassado pelo Congresso Nacional, em dezembro de 2025

Agência Câmara
O ex-parlamentar está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025
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O ex-parlamentar está foragido nos Estados Unidos desde setembro de 2025

Breno Esaki/Metrópoles

Para o presidente da CCJ, a ordem de Moraes precisa ser votada tanto pela comissão quanto pelo plenário da Câmara. Segundo Azi, a Constituição Federal estabelece que, nesse caso de excesso de faltas, a perda de mandato precisa ser votada pelos deputados.

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À coluna, o chefe da CCJ afirmou que deve discutir o assunto com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na próxima semana. Na quinta-feira (27/11), Motta disse ter encomendado um parecer da consultoria jurídica da Casa sobre o caso.

“Vou falar com Hugo sobre isso na segunda. O que sei é que, pela Constituição, nós devemos analisar. O presidente pediu uma ajuda à consultoria técnica para avaliar o caso”, disse Azi à coluna.