O fator adicional que dificulta a permanência de Sabino no governo
Apesar das tentativas de Celso Sabino, União Brasil tem ao mens um motivo para não abrir exceção e deixar ministro ficar no governo Lula

O ministro do Turismo, Celso Sabino, dificilmente terá sucesso na tentativa de convencer a cúpula do União Brasil a abrir uma exceção e deixá-lo permanecer no governo Lula até o fim da COP30.
Na avaliação de parlamentares do União Brasil, um ponto principal dificulta a situação de Sabino: o fato de o ministro dos Esportes, André Fufuca (PP) já preparar sua saída da pasta.
Recém unidos em uma federação, PP e União decidiram juntos deixar o governo de Lula. Assim, seria considerado “injusto” permitir Sabino continuar no Turismo, enquanto Fufuca sairia dos Esportes.
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Ver todasApós anunciar o desembarque oficial do governo Lula na terça-feira (2/9), a federação União-Progressista deu 30 dias para que os ministros ligados aos dois partidos deixem os cargos.
Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor GadelhaA exceção será para os dois nomes ligados ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e que não são filiados ao União Brasil: o ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e o das Comunicações, Frederico Siqueira.
Como mostrou o Metrópoles, a iminente saída de Fufuca já fez o PT se movimentar para ocupar a pasta. O favorito seria Ricardo Gomyde, ex-secretário Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor no governo Dilma.
Já a situação de Sabino é mais complicada. Para seguir no cargo, ele cogita se filiar ao MDB. A operação, contudo, exige acordos regionais com o governador do Pará, Hélder Barbalho, para acomodar o ministro.










