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Eleições 2026Igor Gadelha

Por que o PL demora para escolher seu candidato ao Senado por SP

Lideranças do PL explicam que partido tenta conciliar vontade de Eduardo Bolsonaro, mas sem desagradar Tarcísio de Freitas

13/04/2026 02:00
Jefferson Rudy/Agência Senado
imagem colorida do plenário do Senado - Metrópoles

Parlamentares bolsonaristas apontam que o PL está com dificuldade em escolher quem será o candidato da sigla ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026.

O motivo, explicam, é que o nome precisa agradar tanto o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que seria o candidato da sigla antes de se autoexilar nos Estados Unidos, quanto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao Metrópoles
O governador Tarcísio de Freitas
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O governador Tarcísio de Freitas

Foto: Pablo Jacob/Governo de SP
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro
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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro

Vinícius Schmidt/Metrópoles
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao Metrópoles
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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao Metrópoles

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

O acerto é de que Tarcísio escolheria uma das vagas no estado, enquanto a outra seria definida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. O governador já apontou o deputado Guilherme Derrite (PP) como seu escolhido.

Apesar de já ter seu candidato, o escolhido pelo PL também não pode desagradar Tarcísio. Dessa forma, o nome do partido de Jair Bolsonaro terá de ter viabilidade eleitoral, a chancela de Eduardo e ser aliado do governador paulista.

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O filho “03” do ex-presidente, que está nos Estados Unidos, defende um aliado seu para o cargo, como é o caso do deputado federal Mario Frias (PL-SP). Uma das ideias é que Eduardo seja suplente na chapa.

Já lideranças paulistas veem com bons olhos o nome do vice-prefeito de São Paulo, Coronel Ricardo Mello. Dentro da bancada do PL na Câmara, há quem defenda que o melhor nome é o do deputado Marco Feliciano (PL-SP).

Outros nomes testados são do deputado estadual André do Prado (PL-SP), do vereador da capital paulista Gil Diniz (PL)e até mesmo do irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, Renato Bolsonaro.