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Igor Gadelha

Planalto deve entregar Correios a Alcolumbre com um presentão no cofre

Se levar mesmo comando dos Correios, grupo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, assumirá empresa com um presente bilionário no cofre

05/07/2025 07:00, atualizado 05/07/2025 15:31
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Derrubada do decreto presidencial que reajustava o IOF Davi Alcolumbre União-AP diz que o Congresso mais ajudou do que atrapalhou o Governo - Metropoles

Pressionado pelo Centrão, o Palácio do Planalto já admite, nos bastidores, entregar o comando dos Correios para o grupo político do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-BA).

Se levar mesmo a presidência da estatal, o grupo de Alcolumbre assumirá a empresa com um “presentão” no cofre: um empréstimo de R$ 3,8 bilhões do Banco dos Brics.

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O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos
Planalto pressiona Correios a demitir funcionários e vender imóveis
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, deve se reunir com Marina Silva para tratar do projeto
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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, deve se reunir com Marina Silva para tratar do projeto

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O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos
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O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos

Valter Campanato/Agência Brasil
Planalto pressiona Correios a demitir funcionários e vender imóveis
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Planalto pressiona Correios a demitir funcionários e vender imóveis

Reprodução / Direção Concursos

Comandando por Dilma Rousseff, o banco está em estágio avançado para liberar os recursos. O montante será um baita alívio para os Correios, que fechou 2024 com um prejuízo recorde de R$ 2,6 bilhões.

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Batizado de “plano de modernização e transformação ecológica”, o financiamento deve ser usado para investimento em energias renováveis, redução de resíduos sólidos e construção de centros de operação sustentáveis.

Pressão para Correios demitir

Atual presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos entregou sua carta de demissão na sexta-feira (4/7). O advogado estava no comando da estatal desde o início do governo, em 2023, e tinha mandato até agosto.

Fabiano pediu demissão após sofrer forte pressão da Casa Civil para demitir funcionários e vender parte do patrimônio dos Correios, conforme revelou a coluna. O executivo, porém, resistia a tais medidas.