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Igor Gadelha

Planalto decide cancelar campanha do Pix

Palácio do Planalto decidiu cancelar campanha sobre o Pix, encomendada pela Secom em janeiro após governo enfrentar crise com o instrumento

07/03/2025 17:48, atualizado 07/03/2025 17:51
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Ministro da Secom, Sidônio Palmeira, acompanha a primeira coletiva de imprensa de 2025 do Presidente Lula - Metrópoles

O Palácio do Planalto decidiu cancelar a campanha institucional sobre o Pix, encomendada pelo governo Lula em janeiro como resposta à crise envolvendo o instrumento de pagamento.

Segundo apurou a coluna, a decisão de cancelar a campanha, que foi adiada diversas vezes, partiu do ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Sidônio Palmeira.

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Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula
Ministro da Secom com Lula
Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula
Sidônio Palmeira
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Sidônio Palmeira

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula
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Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula

Ricardo Stuckert/PR
Ministro da Secom com Lula
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Ministro da Secom com Lula

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto
Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula
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Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula

Hugo Barreto/Metrópoles @hugobarretophoto

Como a coluna noticiou, inicialmente, a previsão da Secom era de que a campanha fosse ao ar ainda em janeiro. Depois, a campanha foi adiada para março.

À época, Sidônio argumentava em conversas reservadas que, como o ápice da crise já tinha passado, o ideal seria só veicular a campanha quando ela estivesse bem feita.

A Secom tinha encomendado a campanha para tentar remediar a crise que abateu o governo no início de janeiro, após vir à tona uma portaria da Receita Federal com mudanças nas regras de fiscalização do Pix.

Qual era o mote da campanha?

Um dos motes principais da campanha seria de que o Pix é “seguro, sigiloso e sem taxa”. As peças também afirmariam ainda que o instrumento é um “patrimônio nacional”.

A previsão era de que a campanha passasse a mensagem de que “tentaram te enganar” ao falar sobre sobre possível taxação do Pix, o que o governo federal sempre negou.

Procurada, a assessoria de Sidônio informou à coluna que a campanha “nunca esteve programada”, embora a Secom tenha chegado, inclusive, a encomendar as peças a uma agência de publicidade.

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