Igor Gadelha

“PL da Dosimetria”: bolsonaristas dizem que votação será adiada

Lideranças bolsonaristas dizem que não há como presidente da Câmara, Hugo Motta, colocar votação do PL da dosimetria nesta semana

atualizado

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A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (17:9), o requerimento de urgência do Projeto de Lei (PL) da Anistia - Metrópoles
1 de 1 A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (17:9), o requerimento de urgência do Projeto de Lei (PL) da Anistia - Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

O “PL da Dosimetria“, substituto sonhado pelo Centrão ao PL da anistia, não deve entrar na pauta da Câmara nesta semana, segundo a avaliação de lideranças bolsonaristas do Congresso Nacional.

Segundo tais caciques, o motivo não seria a “tempestade perfeita” com os atos de domingo (21/9) e as sanções dos Estados Unidos contra a esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes, mas sim a falta de votos.

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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante votação da urgência do PL da Anistia
O presidente da Câmara, Hugo Motta
Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), durante votação da urgência do PL da Anistia
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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), durante votação da urgência do PL da Anistia

Bruno Spada/Câmara dos Deputados
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Presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante votação da urgência do PL da Anistia

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O presidente da Câmara, Hugo Motta

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O relator, Paulinho da Força (Solidariedade-SP), está peregrinando pelas bancadas antes de apresentar o texto. No momento, PL e PT seriam contrários, por motivos opostos, à votação de uma redução de penas.

Na bancada bolsonarista, há deputados que avaliam até que o adiamento da votação pode ser benéfico, já que a ideia é buscar os votos para que a anistia, e não a dosimetria das penas, seja votada — e que isso não aconteceria agora.

Além disso, há a avaliação de que a votação nesta semana ainda está “contaminada” pela PEC da Blindagem, que deverá ser rejeitada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado na quarta-feira (24/9).

PT torce o nariz

Lideranças do PT na Câmara também avaliam que, apesar da vontade do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de se livrar das polêmicas, não há como votar o texto após as sanções contra a esposa de Moraes.

O conselho dado a Motta nos bastidores é focar na “defesa da Câmara”, retomando o discurso utilizado pelo mandatário após o anúncio das primeiras sanções dos Estados Unidos, em julho deste ano.

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