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Igor Gadelha

Bolsonaro terá de escolher entre trair o Centrão ou Eduardo na anistia

Centrão e deputado Eduardo Bolsonaro defendem caminhos diferentes para o projeto da anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro

20/09/2025 05:00, atualizado 20/09/2025 13:30
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Vinicius Schmidt / Metrópoles
Bolsonaro

Condenado a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro terá, muito em breve, de escolher se vai trair o Centrão ou o filho Eduardo na articulação relacionada à anistia.

De um lado, Eduardo capitaneia um movimento em defesa de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” a todos os envolvidos nos atos golpistas do 8 de Janeiro, incluindo, obviamente, seu próprio pai.

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Presidente da Câmara, Hugo Motta, durante votação da urgência do projeto da anistia
Deputado federal Eduardo Bolsonaro
Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo STF
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Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão pelo STF

HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Presidente da Câmara, Hugo Motta, durante votação da urgência do projeto da anistia
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Presidente da Câmara, Hugo Motta, durante votação da urgência do projeto da anistia

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
Deputado federal Eduardo Bolsonaro
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Deputado federal Eduardo Bolsonaro

Vinicius Schmidt/Metropoles

Já o Centrão, capitaneado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), articula um acordo com o STF para aprovar apenas a redução de penas a Bolsonaro e os outros condenados.

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Um dos principais afetados, Bolsonaro terá de escolher se permanece calado, o que seria interpretado como um aval ao Centrão, ou se vem a público rejeitar a redução de penas e dizer que só aceita uma anistia ampla.