Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

A reação de ministros do STF ao relator da anistia escolhido por Motta

Presidente da Câmara, Hugo Motta escolheu deputado Paulinho da Força (Solidariedade) como relator do projeto da anistia na Casa

18/09/2025 15:38
Gustavo Moreno/SCO/STF
Plenário do STF

Ministros da ala majoritária do STF viram com bons olhos a escolha do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) como relator do projeto da anistia ao 8 de Janeiro na Câmara.

A coluna ouviu ao menos três ministros da ala do Supremo e todos avaliaram de forma positiva o nome de Paulinho. “Considero boa a escolha”, disse um dos ministros, sob reserva.

A reação de ministros do STF ao relator da anistia escolhido por Motta - destaque galeria
3 imagens
Gleisi Hoffmann, Paulinho da Força e Lula
Paulinho da Força, Lula e Geraldo Alckmin
Deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP)
1 de 3

Deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP)

Billy Boss/Câmara dos Deputados
Gleisi Hoffmann, Paulinho da Força e Lula
2 de 3

Gleisi Hoffmann, Paulinho da Força e Lula

Ricardo Stuckert
Paulinho da Força, Lula e Geraldo Alckmin
3 de 3

Paulinho da Força, Lula e Geraldo Alckmin

Fábio Vieira/Metrópoles

Os integrantes da Corte, porém, evitam fazer previsões sobre o texto do relator, que já se posicionou contra uma anistia ampla, geral e irrestrita, como desejam os bolsonaristas.

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Relator se dá bem com STF

Paulinho, como a coluna noticiou mais cedo, tem uma boa relação com integrantes do STF. Entre eles, com o ministro Dias Toffoli, que já livrou o deputado da Lava Jato.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

Nos últimos anos, o relator da anistia na Câmara também se mostrou aliado do Supremo nas tentativas de parlamentares de alterar algumas das prerrogativas da Corte.

Em 2024, por exemplo, ele entrou com mandado de segurança no STF contra a PEC apresentada por Domingos Sávio (PL-MG) que permitia ao Congresso sustar decisões da Corte.

Paulinho também foi à Corte contra a PEC aprovada no Senado que restringia despachos monocráticos da Corte para sustar decisões do Congresso e suspender propostas legislativas.