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Igor Gadelha

Relator do "PL da Dosimetria" diz ter "zero receio" de sanções dos EUA

Relator do "PL da Dosimetria" aos envolvidos na trama golpista, Paulinho da Força diz não ter receio de ser sancionado pelos EUA

20/09/2025 07:00
Breno Esaki/Especial Metrópoles
O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto de anistia, ou dosimetria.

Apesar das ameaças de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do “PL da Dosimetria“, disse não ter receio de ser alvo de sanções dos Estados Unidos por causa do projeto.

Para a coluna, Paulinho disse ter “zero receio” de, ao propor a dosimetria das penas para a trama golpista em vez de anistia, acabar sofrendo represálias, como ocorreu com o ministro do STF Alexandre de Moraes.

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Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), relator do PL da Dosimetria
Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força
Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), relator do PL da Dosimetria
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Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), relator do PL da Dosimetria

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Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força
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Presidente do Solidariedade, Paulinho da Força

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“Zero receio”, disse o relator sobre as declarações de Eduardo.

Eduardo se manifesta

Na sexta-feira (19/9), após a reunião de Paulinho com o ex-presidente Michel Temer (MDB) e com o deputado Aécio Neves (PSDB), Eduardo Bolsonaro foi às redes rejeitar previamente a possibilidade da redução de penas.

Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Eduardo disse que não aceitará a redução de penas como alternativa para a anistia e ameaçou Paulinho da Força para ter “cuidado” para não ser visto como “colaborador do regime de exceção”.

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“Um conselho de amigo: muito cuidado para você não acabar sendo visto como um colaborador do regime de exceção. Alguém que foi posto pelo Moraes para enterrar a anistia ampla, geral e irrestrita. Pois, assim como está expresso na lei, todo colaborador de um sancionado por violações de direitos humanos é passível das mesmas sanções”, disse o filho de Jair Bolsonaro.