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Igor Gadelha

O trunfo do diretor da Abin para se manter no cargo

Indiciado pela Polícia Federal na terça-feira (17/6), atual diretor-geral da Abin tem alguns trunfos para se manter no cargo no governo Lula

Milena Teixeira18/06/2025 15:00, atualizado 18/06/2025 23:12
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Corrêa foi indiciado pela PF

Indiciado pela Polícia Federal (PF) por prevaricação e coação no curso do inquérito da Abin Paralela, o atual diretor-geral da agência, Luiz Fernando Corrêa, deve ter seu futuro no cargo definido nos próximos dias.

Integrantes do Palácio do Planalto afirmam que, embora o cargo seja subordinado à Casa Civil, a decisão sobre demitir ou não Corrêa será tomada pelo presidente Lula, de quem partiu, diretamente, a indicação do diretor.

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Presidente Lula
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante coletiva de imprensa. Palácio do Planalto, Brasília - DF
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Na avaliação de auxiliares de Lula, Corrêa tem ao menos dois trunfos para se manter no cargo. O primeiro seria o fato de ainda não ter sido denunciado pelo Ministério Público no inquérito sobre a Abin Paralela.

O segundo trunfo seria justamente o fato de o atual diretor-geral da Abin manter uma boa relação com Lula, com quem já trabalhou em governos anteriores. Corrêa é considerado uma indicação pessoal do petista no governo.

O indiciamento

Corrêa foi indiciado pela PF na terça-feira (17/6) por prevaricação e coação no curso do processo do inquérito que investiga uma estrutura paralela na Abin para investigar opositores no governo Jair Bolsonaro.

Segundo informações da Polícia Federal, o diretor-geral teria tentado atrapalhar as investigações sobre o caso. Além de Côrrea, outros nomes da atual cúpula da Abin indicados no governo Lula também foram indiciados.

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