Igor Gadelha

O prazo do União Brasil para seus ministros pedirem demissão a Lula

Lideranças do União Brasil preveem que dois dos três ministros do partido entregarão seus cargos a Lula como parte do desembarque da sigla

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles 7
1 de 1 Presidente Lula e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles 7 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Caciques do União Brasil dão como certo que, até o final de 2025, dois dos três ministros da cota do partido entregarão seus cargos como parte do desembarque da sigla do governo Lula visando as eleições de 2026.

Segundo lideranças do União Brasil ouvidas pela coluna, os ministros do Turismo, Celso Sabino, e das Comunicações, Frederico Siqueira, ambos filiados ao partido, devem pedir demissão a Lula até o final do ano.

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Lula e o presidente da Telebras, Frederico Siqueiro Filho
Waldez Góes (PDT), do Desenvolvimento Regional., também foi indicado por Alcolumbre
O ministro do Turismo, Celso Sabino
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O ministro do Turismo, Celso Sabino

Kebec Nogueira/Metrópoles @kebecfotografo
Lula e o presidente da Telebras, Frederico Siqueiro Filho
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Lula e o presidente da Telebras, Frederico Siqueiro Filho

Ricardo Stuckert / PR
Waldez Góes (PDT), do Desenvolvimento Regional., também foi indicado por Alcolumbre
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Waldez Góes (PDT), do Desenvolvimento Regional., também foi indicado por Alcolumbre

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela

A exceção seria Waldez Góes, atual ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, que deve ficar no cargo. Embora não seja filiado à legenda, Waldez foi indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Recentemente, o União Brasil fechou uma federação com o Progressistas (PP). O partido é comandado pelo senador Ciro Nogueira (PI), ex-ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro.

Segundo Ciro, o estatuto da federação, que deve ser fechado no início de julho, vai proibir qualquer filiado de participar do governo Lula. Quem ficar no cargo será considerado cota pessoal do petista.

A ideia da federação é apoiar uma candidatura de centro-direita em 2026. A principal aposta do grupo é na possível candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao Palácio do Planalto.

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