
Igor GadelhaColunas

O foco inicial de Lula ao contratar escritório de advocacia nos EUA
Governo Lula está concluindo contratação de escritório de advocacia nos EUA para lidar com sanções de Trump
atualizado
Compartilhar notícia

A Advocacia-Geral da União (AGU) do governo Lula está em tratativas finais para contratar um escritório de advocacia nos Estados Unidos para lidar com as sanções impostas pelo governo Donald Trump.
O foco inicial da contratação, segundo fontes do governo brasileiro, não é ingressar com nenhuma ação concreta na Justiça americana. O objetivo, de início, será apenas serviços de consultoria.
A AGU, que não tem servidores próprios em Washington, quer usar os serviços do escritório para entender cenários e os efeitos jurídicos de algumas sanções, como a Lei Magnitsky.
“Não está no horizonte nenhuma ação concreta, por ora. Não dá para ficar com opinamento sem ser embasado”, resumiu à coluna uma fonte graduada do governo brasileiro que acompanha o tema.
Esse auxiliar do presidente Lula afirma que há muita opinião circulando “de forma amadora”. “E não dá para ficar assombrado com cada live do Paulo (Figueiredo) e Eduardo (Bolsonaro)”, diz.
Por ora, a AGU de Lula não informa o nome do escritório americano. O órgão promete divulgá-lo apenas quando o contrato já tiver fechado. A expectativa é de que isso ocorra nos próximos dias.
Além da AGU, o Itamaraty mantém contrato com um escritório de advocacia americano, o “Baker McKenzie”. Segundo o ministério, a banca cuida de “questões relativas a comércio internacional”.





