Igor Gadelha

CPMI: mirando irmão de Lula, senador quer convocar diretor da PF

Senador pediu a convocação do diretor-geral da PF na CPMI do INSS para explicar por que a corporação não investiga o irmão de Lula

atualizado

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Diretor PF Andrei Augusto Passos Rodrigues durante cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia6
1 de 1 Diretor PF Andrei Augusto Passos Rodrigues durante cerimônia de Assinatura de Contrato entre BNDES e MJSP recursos do Fundo Amazônia6 - Foto: <p>Igo Estrela/Metrópoles<br /> @igoestrela</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O possível envolvimento do irmão do presidente Lula no escândalo de fraudes no INSS pode levar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a depor na CPMI que investiga o tema no Congresso Nacional.

Na segunda-feira (25/8), o senador Marcos Rogério (PL-RO) protocolou um pedido de convocação de Andrei para explicar por que José Ferreira da Silva e o sindicato do qual ele é vice-presidente não estariam sendo investigados.

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O sindicalista Frei Chico, irmão do presidente Lula
A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi
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Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi

Ricardo Stuckert/ PR
O sindicalista Frei Chico, irmão do presidente Lula
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O sindicalista Frei Chico, irmão do presidente Lula

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A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso
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A conversa com diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, deve focar também em como a corporação pode cooperar com o Congresso

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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues
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O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Em abril, o diretor-geral da PF declarou que nem o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), nem Frei Chico, como o irmão de Lula é conhecido, estavam sob investigação pelas fraudes no INSS.

“As declarações repercutiram nacionalmente e suscitaram controvérsia sobre o escopo das investigações, os critérios técnicos adotados para seleção de alvos, a motivação para determinadas medidas cautelares e a governança de dados compartilhados com INSS, Dataprev e CGU”, diz o senador no requerimento.

Como mostrou a coluna, a convocação de Frei Chico não será prioridade. O presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG), quer esperar para verificar as reais implicações do irmão de Lula nos escândalos.

O motivo é evitar a politização excessiva da CPMI. A prioridade, diz o presidente da comissão, é ouvir os ex-ministros da Previdência e os presidentes de sindicatos já implicados na farra do INSS pela Polícia Federal.

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