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Igor Gadelha

O abraço do chefe da CPMI em Alcolumbre após a decisão sobre Lulinha

Após Davi Alcolumbre anunciar que não cancelará votação da CPMI do INSS sobre Lulinha, presidente da comissão deu abraço em senador

atualizado

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Presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) fez questão de agradecer pessoalmente ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), por manter a quebra de sigilo de Lulinha.

Na tarde da terça-feira (3/3), Alcolumbre anunciou que não cancelará a votação de 87 requerimentos aprovados simbolicamente pela CPMI na semana passada; entre eles, o que quebrou o sigilo do filho do presidente Lula.

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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre
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Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Logo após o anúncio, Viana aplaudiu efusivamente Alcolumbre no plenário do Senado. Na sequência, a coluna flagrou o presidente da CPMI subindo à Mesa Diretora e abraçando o presidente do Congresso.

O pedido para cancelar a votação, sob alegação de “fraude”, partiu de governistas logo após a aprovação dos requerimentos. Eles alegavam ter maioria na sala da CPMI no momento da votação simbólica.

Segundo Alcolumbre, os argumentos apresentados pelos parlamentares aliados ao governo não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” da CPMI do INSS.

O entendimento de Alcolumbre, amparado pela Advocacia do Senado, foi o mesmo que o de Viana: de que 14  parlamentares foram contra aprovação dos requerimentos, o que seria minoria diante do quórum de 31 presentes.

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