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Igor Gadelha

O abraço do chefe da CPMI em Alcolumbre após a decisão sobre Lulinha

Após Davi Alcolumbre anunciar que não cancelará votação da CPMI do INSS sobre Lulinha, presidente da comissão deu abraço em senador

03/03/2026 17:37, atualizado 03/03/2026 17:39
Carlos Viana dá abraço em Davi Alcolumbre após anúncio sobre votação que quebrou sigilo de Lulinha
O abraço do chefe da CPMI em Alcolumbre após a decisão sobre Lulinha

Presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG) fez questão de agradecer pessoalmente ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), por manter a quebra de sigilo de Lulinha.

Na tarde da terça-feira (3/3), Alcolumbre anunciou que não cancelará a votação de 87 requerimentos aprovados simbolicamente pela CPMI na semana passada; entre eles, o que quebrou o sigilo do filho do presidente Lula.

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Viana avalia indicar novo relator enquanto impasse trava desfecho da comissão
Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre
Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
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Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Viana avalia indicar novo relator enquanto impasse trava desfecho da comissão
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Viana avalia indicar novo relator enquanto impasse trava desfecho da comissão

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre
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Presidente do Congresso, Davi Alcolumbre

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Logo após o anúncio, Viana aplaudiu efusivamente Alcolumbre no plenário do Senado. Na sequência, a coluna flagrou o presidente da CPMI subindo à Mesa Diretora e abraçando o presidente do Congresso.

O pedido para cancelar a votação, sob alegação de “fraude”, partiu de governistas logo após a aprovação dos requerimentos. Eles alegavam ter maioria na sala da CPMI no momento da votação simbólica.

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Segundo Alcolumbre, os argumentos apresentados pelos parlamentares aliados ao governo não foram suficientes para confirmar a “suposta violação das normas regimentais e constitucionais” da CPMI do INSS.

O entendimento de Alcolumbre, amparado pela Advocacia do Senado, foi o mesmo que o de Viana: de que 14  parlamentares foram contra aprovação dos requerimentos, o que seria minoria diante do quórum de 31 presentes.