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Nota da Febraban foi “saída honrosa” negociada com BB e outros bancos

Na quarta-feira (1/9), o presidente do BB, Fausto Ribeiro, se reuniu com o presidente da Febraban, Isaac Sidney, para negociar um acordo

atualizado

Michael Melo/Metrópoles

A nota divulgada nessa quinta-feira (2/9) pela Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) foi negociada em uma série de reuniões entre banqueiros públicos e privados desde a quarta-feira (1/9).

A articulação contou com a participação ativa do presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. Na quarta, ele recebeu o presidente da Febraban, Isaac Sidney, no escritório do BB em São Paulo, para tratar do assunto.

Segundo apurou a coluna, ao longo da quinta, ocorreram outras reuniões entre banqueiros privados com o objetivo de chegar a um “acordo” que possibilitasse uma “saída honrosa” para os dois lados.

Para a Febraban, a saída honrosa foi reafirmar, por meio da nota, o apoio ao manifesto pela harmonia entre os poderes articulado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Para Caixa e BB, que ameaçaram deixar a Febraban caso ela assinasse o documento, o que importou foi o fato de a entidade afirmar na nota que não pretende mais subscrever formalmente o manifesto da Fiesp.

A “saída honrosa” foi bem vista pela cúpula do BB. A direção da Caixa foi mais contida e, nos bastidores, avaliou a nota como dos males o menor. Após a nota da Febraban, porém, os dois bancos desistiram de deixar a entidade.






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