Igor Gadelha

Motta indica que não pautará anistia com “imposição” e “chantagem”

Em entrevista exclusiva ao Metrópoles, Hugo Motta disse que não ter preconceito com pautas, mas que não aceita pautar matérias com chantagem

atualizado

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Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) concede entrevista exclusiva ao Metrópoles 3
1 de 1 Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) concede entrevista exclusiva ao Metrópoles 3 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sugeriu, nesta quinta-feira (7/8), que o projeto da anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro só será pautado se houver maioria e “sem chantagem”.

Em entrevista exclusiva ao Metrópoles, Motta afirmou que “não tem preconceito” com as pautas de interesse do governo e da oposição e que as propostas são votadas de acordo com o “ambiente político” da Câmara.

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O presidente da Câmara, Hugo Motta
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Presidente da Câmara, Hugo Motta, concede entrevista ao colunista Igor Gadelha
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“O sentimento que o presidente deve respeitar é sempre o da maioria. Sobre qualquer matéria. Isso nós temos feito. Muitas das vezes, por exemplo, pautamos matérias antipáticas ao governo. Nós também pautamos matérias antipáticas à oposição. O presidente, que muitas vezes nem vota nas matérias porque tem que agir como magistrado, tem que pautar a vontade da maioria”, disse Motta.

Ainda segundo Motta, as propostas avançam na Casa “sem imposição” e “sem chantagem”. Isso porque, de acordo com esse “não é instrumento que a democracia nos permite conviver”.

Veja vídeo:

“Somos uma Casa onde a maioria se estabelece. Isso é da democracia. Gostando ou não dessa ou daquela matéria. Se houver ambiente político de apoio a qualquer matéria, o presidente tem que ser uma grande pessoa que tem capacidade de ouvir, capacidade de sentir o que é o sentimento do plenário, mas sem imposição, sem chantagem, porque esse não é um instrumento que a democracia nos permite conviver”, disse Motta.

Assista entrevista na íntegra:

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