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Igor Gadelha

Ministro demitido tem resistência no PT para cumprir missão de Lula

Demitido por Lula da Secretaria-Geral, ex-ministro Márcio Macêdo enfrenta resistência dentro do próprio PT em Sergipe, reduto eleitoral dele

Milena Teixeira25/10/2025 07:00, atualizado 25/10/2025 09:32
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Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Presidente Lula e ministro Marcio Macedo

Recém-demitido da Secretaria-Geral da Presidência, o agora ex-ministro Márcio Macêdo enfrenta resistência dentro do próprio PT para cumprir a “missão” dada a ele por Lula para 2026.

Ao deixar o cargo na segunda-feira (20/10), Macêdo anunciou que Lula pediu que ele se concentrasse em construir sua candidatura ao Congresso Nacional por Sergipe, reduto eleitoral dele.

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Márcio Macêdo
Lula e Márcio Macêdo, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência
Boulos está cotado para substituir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo
Senador Rogério Carvalho (PT)
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Senador Rogério Carvalho (PT)

Roque de Sá/Agência Senado
Márcio Macêdo
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Márcio Macêdo

Vinicius Schmidt/Metrópoles
Lula e Márcio Macêdo, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência
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Lula e Márcio Macêdo, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência

Agência Brasil
Boulos está cotado para substituir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo
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Boulos está cotado para substituir o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Márcio Macêdo

Graccho/ASCOM/SGPR

O cenário para o ex-ministro, contudo, é difícil. Em Sergipe, o PT é comandado pelo senador Rogério Carvalho, com quem Macêdo tem uma relação difícil — os dois disputam poder internamente.

O senador pretende tentar reeleição no próximo ano, o que dificulta uma candidatura do ex-ministro ao Senado. Sobraria a ele, então, tentar uma vaga de deputado federal na Câmara.

Mesmo para deputado o cenário não é fácil. Segundo petistas, com o número reduzido de vagas para a Câmara em Sergipe, a concorrência será grande — o estado tem apenas oito cadeiras.

Aliados de Macêdo dizem, contudo, que ele terá o apoio do próprio Lula e da filha mais velha do presidente, Lurian Cordeiro, que transferiu seu domícílio eleitoral para Sergipe.

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