Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Igor Gadelha

Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio

Presidente Lula estava incomunicável durante boa parte da megaoperação contra facções no Rio que resultou na morte de mais de 60 pessoas

28/10/2025 18:51, atualizado 28/10/2025 19:32
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Presidente Lula e autoridades participam da abertura do 16º Congresso do PCdoB, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães Metropoles

O presidente Lula estava incomunicável durante praticamente toda a megaoperação no Rio de Janeiro que mirou o Comando Vermelho e acabou resultando na morte de mais de 60 pessoas, nesta terça-feira (28/10).

Durante a ação, Lula estava voando da Malásia para Brasília. O petista viajou no KC-30 da Aeronáutica. Trata-se de um Airbus A330-200 que, diferentemente do avião presidencial (VC-1), não tem sistema de internet e telefone.

Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio - destaque galeria
4 imagens
Avião KC-30 da Força Aérea Brasileira
Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio - imagem 3
Aviãoo presidencial (VC-1) e o KC-30 da FAB
Lula, presidente do Brasil
1 de 4

Lula, presidente do Brasil

Andrew Harnik/Getty Images
Avião KC-30 da Força Aérea Brasileira
2 de 4

Avião KC-30 da Força Aérea Brasileira

Força Aérea Brasileira
Lula incomunicável durante a megaoperação no Rio - imagem 3
3 de 4

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Aviãoo presidencial (VC-1) e o KC-30 da FAB
4 de 4

Aviãoo presidencial (VC-1) e o KC-30 da FAB

Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente optou por viajar no KC-30 por ele ter uma autonomia maior do que o chamado “Aero Lula”. O avião permitiu ao petista ir da Malásia para Brasília com apenas uma escala em Joanesburgo, capital da África do Sul.

Lula decolou de Kuala Lumpur na manhã da terça-feira, noite da segunda-feira (27/10) no Brasil. A previsão é de que o chefe do Palácio do Planalto pouse na capital federal por volta das 21h da terça.

Entre no canal de WhatsApp da Coluna Igor Gadelha

Receba no seu email as notícias da coluna Igor Gadelha

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Com Lula incomunicável, restou ao presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e aos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) comandar a reação do governo federal à crise.

Em entrevista pela manhã, o governador do Rio, Cláudio Castro (PL), chegou a acusar o governo Lula de negar ajuda para operações policiais no Rio. Ele disse ainda que o estado estava “sozinho” na operação da terça-feira.

Após reações no governo, Castro ligou para Gleisi e modulou o tom. “Ele disse que não criticou o governo e explicou que esclareceu que o governo federal não participou (da operação) porque ele não pediu ajuda”, relatou a ministra.