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Igor Gadelha

Lula decide dar tratamento secundário à Cúpula de Paz na Ucrânia

Presidente Lula não só recusou convite para ir à Cúpula de Paz na Ucrância, como vetou membros do 1º escalão na chefia da deleção brasileira

17/05/2024 02:00
Montagem com fotos de Presidency of Ukraine/Handout/Anadolu Agency via Getty Images e Vinícius Schmidt/Metrópoles
Montagem com fotos do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e do presidente Lula

O presidente Lula decidiu dar tratamento secundário à Cúpula da Paz na Ucrânia, conferência que será realizada nos próximos dias 15 e 16 de junho na Suíça.

Convidado a participar do evento, Lula não só rejeitou o convite, como vetou a possibilidade de ministros e outros integrantes do primeiro escalão de seu governo chefiarem a deleção brasileira.

O veto do presidente da República, segundo auxiliares, inclui até mesmo o ex-chanceler

Celso Amorim

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, atual chefe da assessoria internacional de Lula no Palácio do Planalto.

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De acordo com fontes do governo brasileiro, a tendência é de que a delegação brasileira seja chefiada por algum secretário do Itamaraty ou por algum diplomata na embaixada do Brasil na Suíça.

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O motivo de Lula

Lula decidiu dar tratamento secundário ao evento após avaliar que não faria sentido o Brasil dar atenção a uma cúpula de paz que acontecerá sem a presença dos dois lados do conflito.

De acordo com a Suíça, a Rússia de Vladimir Putin não foi convidada para a conferência por ter avisado anteriormente que não pretendia enviar delegação.