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Igor Gadelha

Líder de Lula atuou para emplacar aliado no comando de tribunal

Líder do governo Lula no Senado entrou em campo para emplacar um desembargador aliado no comando de um tribunal em seu reduto político

21/11/2025 07:00, atualizado 21/11/2025 11:42
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner PT-BA Metropoles

Líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA) entrou em campo, nos bastidores, para emplacar um aliado no comando do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), seu reduto eleitoral.

Segundo fontes da Corte ouvidas pela coluna, o senador petista teria atuado para garantir votos ao desembargador José Edivaldo Rotondano, eleito presidente do tribunal na terça-feira (18/11).

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Jose Edivaldo Rocha Rotondano, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
Senador Jaques Wagner (PT)
O líder do governo Lula na Câmara, Jaques Wagner
Líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT)
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Líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Jose Edivaldo Rocha Rotondano, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia
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Jose Edivaldo Rocha Rotondano, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia

Reprodução/CNJ
Senador Jaques Wagner (PT)
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Senador Jaques Wagner (PT)

Reprodução
O líder do governo Lula na Câmara, Jaques Wagner
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O líder do governo Lula na Câmara, Jaques Wagner

Jefferson Rudy/Agência Senado

O líder do governo Lula — que já governou a Bahia duas vezes — teria atuado especialmente junto aos desembargadores indicados por ele e por seu grupo político para a Corte.

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Como o Metrópoles, na coluna Mirelle Pinheiro, noticiou, Wagner esteve no badalado aniversário de Rotondano ao lado de outros políticos, no restaurante Amado, um dos mais caros de Salvador.

Wagner estava acompanhado de sua esposa, Fátima Mendonça. A festa reuniu outras autoridades, como o ministro do STF Dias Toffoli, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e até a cantora Ivete Sangalo.

À coluna, a assessoria do parlamentar informou que o senador “não se envolve em questões do Poder Judiciário”.