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Igor Gadelha

Jaques pede que pauta-bomba contra o governo vá ao plenário do Senado

Líder do Lula no Senado e envolvido no escândalo do Master, Jaques Wagner protocolou requerimento contra votação terminativa de pauta-bomba

20/06/2026 05:00
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Jaques Wagner

Envolvido no escândalo do Banco Master, o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), está tentando postergar a aprovação de uma das pautas-bomba aprovadas pela Casa Legislativa nas últimas semanas.

Wagner protocolou na quarta-feira (17/6), um dia antes da operação de busca e apreensão, um pedido para que o plenário do Senado tenha de votar o projeto que elevou o piso de médicos e cirurgiões-dentistas para R$ 13.662.

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Presidente Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)
Senador Jaques Wagner tem dito que governo tem "outras prioridades"
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Senador Jaques Wagner tem dito que governo tem "outras prioridades"

Daniel Ferreira/Metrópoles
Presidente Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner
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Presidente Lula e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner

Ricardo Stuckert / PR
Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)
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Líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA)

Antônio Cruz/Agência Brasil

O projeto foi votado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Com o recurso, o texto terá de passar pelo plenário em uma nova votação antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

De acordo com dados do Ministério da Gestão e Inovação, o novo piso terá impacto estimado de R$ 7,7 bilhões em 2027, sem considerar adicional noturno e horas extras, que também serão pagos sob o novo piso.

Na Câmara, entretanto, a situação para o governo Lula está mais confortável. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já avisou, por exemplo, que não deve colocar em votação propostas que aumentem gastos.

Já está na mesa de Motta, por exemplo, o projeto de lei que trata da renegociação de dívidas rurais, com impacto fiscal estimado em R$ 140 bilhões em dez anos, e que deverá ficar, por enquanto, na gaveta da Câmara.

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