Impacto do embate entre Zema e Gilmar começa a ser medido
Com pesquisas em alguns estados, bolsonaristas estão de olho para saber se Romeu Zema crescerá ou não após briga com Gilmar Mendes
atualizado
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Institutos de pesquisa começam, nesta semana, a medir o impacto eleitoral para o ex-governador e presidenciável Romeu Zema (Novo) do embate público com o ministro Gilmar Mendes, atual decano do STF.
Embora ainda não tenha nenhuma pesquisa nacional em campo, a Quaest, por exemplo, passou a divulgar levantamentos feitos em alguns estados, com medições, inclusive, sobre a disputa presidencial.
A previsão é de que sejam divulgadas intenções de voto em estados importantes. Entre eles, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Bahia, Ceará e Goiás.
Os levantamentos devem incluir simulações de segundo turno entre Zema e Lula (PT). Com isso, será possível medir, ao menos de forma inicial, o impacto que a briga com Gilmar teve para o ex-governador.
Entre aliados do senador e também presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a expectativa é de que Zema cresca nas pesquisas, em um primeiro momento, mas volte a desidratar no decorrer da campanha.
Gilmar, que assumiu o papel de porta-voz do STF diante dos escândalos do Banco Master, pediu que Zema fosse investigado por divulgar uma esquete satírica em que os ministros da Corte apareciam como marionetes.
Como mostrou a coluna, a rixa com Gilmar trouxe efeitos positivos. Segundo auxiliares do presidenciável, Zema teria ganhado cerca de 150 mil novos seguidores nas redes sociais após Gilmar pedir que ele fosse investigado.






