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Farra no inssIgor Gadelha

Governo e oposição concordam em um ponto sobre a CPI do INSS

Integrantes do governo Lula e lideranças da oposição concordam em um ponto sobre as chances de a CPI mista do INSS achar fatos novos

Repórter de Igor Gadelha31/05/2025 05:00, atualizado 31/05/2025 05:44
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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Fachada do INSS, Previdência Social em Brasília - Metrópoles

Integrantes do governo Lula e lideranças da oposição concordam em ao menos um ponto sobre a CPI mista para investigar as fraudes no INSS que deve ser criada, em breve, no Congresso Nacional.

Tanto auxiliares do presidente Lula quanto parlamentares bolsonaristas admitem que será difícil a comissão descobrir fatos novos em relação ao escândalo de descontos indevidos do INSS.

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Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, no Senado
Presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior
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Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, no Senado

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Presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior
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Presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior

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Polícia Federal

Isso porque, lembram, as principais fontes de informações da CPI serão a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), órgãos cujos comandos são indicados pelo próprio governo.

“A CPI não vai descobrir nada que o governo já não saiba pela PF ou pela CGU”, disse à coluna um alto integrante do Ministério da Previdência Social.

Nesse cenário, a avaliação é de que a comissão acabará funcionando mais como palco político, sobretudo para a oposição tentar desgastar o governo Lula, sem resultados concretos de investigação.

Para a oposição, esse potencial de desgaste político do governo é importante, sobretudo pela proximidade das eleições de 2026, quando o presidente Lula pretende concorrer à reeleição.

Ciente da estratégia da oposição, o governo vem articulando para ter aliados na presidência e na relatoria da CPI, além de maioria entre os integrantes da comissão parlamentar de inquérito.

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