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Igor Gadelha

Fim da jornada 6x1: PT pressiona presidente da CCJ por protagonismo

Após repercussão sobre fim da jornada 6x1, deputados do PT pressionam presidente da CCJ a priorizar PEC sobre tema apresentada por petista

13/11/2024 15:40, atualizado 13/11/2024 16:18
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Gabriel Paiva/PT
Fim da jornada 6×1: PT pressiona presidente da CCJ por protagonismo

Após a grande repercussão do tema nas redes sociais, bancada do PT na Câmara decidiu embarcar de vez na PEC que quer acabar com a jornada de trabalho 6×1. Os petistas, no entanto, exigem protagonismo no assunto.

A estratégia dos deputados do PT, segundo apurou a coluna, será pressionar a presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Carol de Toni (PL-SC), a priorizar a PEC do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).

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A deputada Carol de Toni (PL-SC)
Após a comissão especial, a PEC será enviada ao plenário. São necessários, no mínimo, 308 votos — em dois turnos — para a aprovação.
Deputada Erika Hilton é autora da proposta
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Gabriel Paiva/PT
A deputada Carol de Toni (PL-SC)
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A deputada Carol de Toni (PL-SC)

Bruno Spada / Câmara dos Deputados
Após a comissão especial, a PEC será enviada ao plenário. São necessários, no mínimo, 308 votos — em dois turnos — para a aprovação.
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Após a comissão especial, a PEC será enviada ao plenário. São necessários, no mínimo, 308 votos — em dois turnos — para a aprovação.

Mário Agra/Câmara dos Deputados
Deputada Erika Hilton é autora da proposta
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Deputada Erika Hilton é autora da proposta

Wey Alves/Metrópoles @weyalves_

A bancada petista pedirá à presidente da CCJ que apense à proposta de Lopes outra PEC sobre o tema, que será protocolada em breve pela deputada Érika Hilton, líder do PSol na Câmara.

Para que isso aconteça, a presidente comissão precisa designar um relator para a PEC do deputado petista, que foi apresentada em 2019 e, desde então, ficou tramitando quatro anos na comissão sem ser votada.

A PEC de Reginaldo Lopes já teve um relator antes na CCJ: o deputado Tarcísio Motta (PSol-RJ). O parlamentar, contudo, deixou o colegiado. Por isso, um novo relator precisa ser designado.

Os projetos

A proposta apresentada pelo deputado do PT mineiro prevê que a “duração do trabalho normal não seria superior a oito horas diárias e 36 semanais”. A nova regra, porém, só entraria em vigor 10 anos após sua aprovação.

O texto de Érika Hilton, por sua vez, propõe que a duração do trabalho normal não seja superior a oito horas diárias e 36 horas semanais, com jornada de trabalho semanal de quatro dias e três de folga.

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