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Igor Gadelha

Entrevista: Líder de Lula diverge do PT e apoia reduzir penas do 8/1

Em entrevista à coluna, o líder do governo no Senado afirmou que apoia o debate sobre a redução de penas e que não vê “afronta à democracia”

atualizado

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1 de 1 líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner PT-BA Metropoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Líder do governo no Senado Federal, Jaques Wagner (PT-BA) divergiu de seu partido e afirmou, nesta quinta-feira (25/9), que apoia o debate sobre a redução das penas dos condenados pelos atos do 8 de Janeiro.

Em entrevista à coluna, Wagner disse que respeita a posição da legenda, mas declarou não ver a discussão “como uma afronta à democracia”.

Como o Metrópoles mostrou, a  Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores fechou posição contra o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria e contra a PEC da Blindagem.

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“Não se trata de ceder ou não ceder. Trata-se de achar razoável ou não. Eu sempre digo que acho razoável porque, repare, é o Código Penal. O Código Penal estabelece a pena para cada crime. Tem o crime de golpe de Estado, tem o crime de afronta à democracia, de balbúrdia, tumulto, como foi feito no 8 de Janeiro. Eu acho que o Congresso pode se debruçar sobre isso e dizer: está de menos, está demais, vamos aumentar ou reduzir. Eu não vejo nenhuma afronta nisso”, disse o líder do governo.

“Então, eu acho que a questão da dosimetria,  que agora tem até uma posição contrária do PT,  eu, pessoalmente, não vejo como uma afronta revisitar a dosimetria das penas. O Código Penal é alterado o tempo todo”, completou o senador.

Ainda de acordo com o aliado do presidente Lula, as penas não devem ser reduzidas para os mandantes do atos contra a democracia.

“Nós vamos afrouxar um pouco a mão para o que eu chamo de massa de manobra, os “magrinhos”. E vamos concentrar o peso da punição naqueles que precisam ser mais severamente punidos. Quem são? Quem pensou em matar o presidente e o vice-presidente do TSE, quem quis derrubar uma eleição legítima como a do presidente Lula e do vice-presidente Alckmin. Quem financiou aquela baderna não fez pouca coisa, gente. Depredaram o Palácio do Planalto. Aí não dá pra dizer que tudo bem, né?”, questionou.

Veja a íntegra da entrevista:

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