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Igor Gadelha

Delegado do caso Marielle é cotado para diretoria importante da PF

Delegado que investigou a morte da vereadora Marielle Franco e atual superintendente da PF no RJ, Leandro Almada pode ser promovido em breve

24/10/2024 02:00, atualizado 24/10/2024 10:24
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João Pedro Figueiredo/Aleam
O delegado Leandro Almada

Considerado um dos principais responsáveis pelo andamento das investigações da morte da vereadora Marielle Franco (PSol), o atual superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro, Leandro Almada, pode receber uma promoção em breve.

Segundo apurou a coluna, Almada é cotado para assumir a diretoria de Inteligência da corporação. O cargo ficará vago em breve após a designação do delegado Rodrigo Morais como adido da PF na embaixada do Brasil em Londres.

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Superintendente da PF no RJ, Leandro Almada
Leandro Almada (à direita)
O delegado Leandro Almada
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O delegado Leandro Almada

João Pedro Figueiredo/Aleam
Superintendente da PF no RJ, Leandro Almada
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Superintendente da PF no RJ, Leandro Almada

Leandro Almada (à direita)
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Leandro Almada (à direita)

Divulgação/Prefeitura de Manaus

Almada foi o delegado responsável por concluir que houve obstrução na investigação da morte de Marielle e de seu motorista, Anderson Gomes. Ele também indicou a existência de uma organização criminosa que atrapalhava as apurações.

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No governo Lula, Almada foi nomeado como superintendente da Polícia Federal no Rio em janeiro de 2023, logo no início do terceiro mandato do petista à frente do Palácio do Planalto. Ele foi escolhido pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

Novo adido em Londres

Na terça-feira (23/10), o governo Lula publicou no Diário Oficial da União (DOU) a designação do atual diretor de Inteligência da Polícia Federal, Rodrigo Morais, como novo adido da corporação na embaixada brasileira do Reino Unido.

Em 2018, durante a campanha eleitoral, Morais era delegado regional de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais. Por conta do cargo, ele comandou a apuração sobre a facada levada pelo então candidato a presidente Jair Bolsonaro.

Após as investigações, o delegado da PF concluiu que Adélio Bispo, responsável por desferir a facada em Bolsonaro, agiu sozinho e que não houve um mandante do atentado contra o então candidato à Presidência da República.