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Igor Gadelha

CPMI: deputada pede prisão preventiva de filho e do irmão de Lula

Deputada do PL protocolou pedidos na CPMI do INSS para que comissão peça a prisão de Lulinha e de Frei Chico, filho e irmão de Lula

Gustavo Zucchi25/02/2026 16:55, atualizado 25/02/2026 17:00
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JUCA VARELLA/ESTADÃO CONTEÚDO
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Uma das autoras do pedido de criação da CPMI do INSS, a deputada Coronel Fernanda (PL-MT) protocolou, nesta quarta-feira (25/2), um pedido de prisão preventiva do filho e do irmão do presidente Lula.

Nos requerimentos, a parlamentar mato-grossense pede que a CPMI solicite a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, e de José Ferreira da Silva, o Frei Chico.

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Lulinha e o Careca do INSS
Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi
Lulinha
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Lulinha

Reprodução
Lulinha e o Careca do INSS
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Lulinha e o Careca do INSS

Arte Metrópoles/Reprodução
Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi
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Frei Chico, irmão de Lula e vice-presidente do Sindnapi

Ricardo Stuckert/ PR

No caso de Lulinha, a deputada alega haver “risco concreto de fuga e de frustração da aplicação da lei penal” após as notícias de que o filho de Lula viajou para Madri, na Espanha, onde mora atualmente.

“Assegurar a aplicação da lei penal (risco de fuga): a saída de Fábio Luís Lula da Silva do país em meio às investigações, somada a notícias sobre pedidos de medidas cautelares pessoais (tornozeleira, retenção de passaporte etc.), revela quadro de perigo real de evasão do distrito da culpa”, justifica.

Como mostrou o Metrópoles na coluna de Andreza Matais, o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis negociam uma delação premiada no caso na qual teriam citado Lulinha.

Já no caso de Frei Chico, a deputada aponta o risco de “influência sobre testemunhas”, “destruição de provas” e “risco concreto de continuidade delitiva” para defender a necessidade de prisão preventiva.

Vorcaro na mira

Além dos dois parentes de Lula, Coronel Fernanda protocolou outro requerimento mirando Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Ela pede que a prisão domiciliar do banqueiro seja convertida em preventiva.

“A manutenção da prisão domiciliar, em vez da preventiva, compromete a aplicação da lei penal (§ 2º do art. 312 do CPP), permitindo que Vorcaro continue influenciando testemunhas ou dissipando patrimônio, em esquema de fraudes com repercussão nacional e quebra de sigilos já determinada pela CPMI”, afirma.

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