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Igor Gadelha

CPI do Crime: por que relator vai priorizar sigilos dos irmãos Toffoli

A aliados, relator da CPI do Crime Organizado avaliou que garantir quebra dos sigilos dos irmãos Toffoli é mais importante que depoimentos

atualizado

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O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator do PL Antifacção
1 de 1 O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator do PL Antifacção - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), avisou a aliados que sua prioridade nos próximos dias será defender as quebras de sigilo aprovadas, como é o caso da empresa dos irmãos Toffoli.

Na visão de Vieira, o prejuízo para a CPI de não realizar os depoimentos de José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro do STF Dias Toffoli, seria menor do que o de não ter acesso às quebras de sigilo.

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Relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB)
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Os irmãos Toffoli foram desobrigados de comparecer à CPI pelo ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF. Já a quebra de sigilo da Maridt, empresa da família Toffoli, foi derrubada por Gilmar Mendes.

Para Vieiram os depoimentos servem mais como forma de defesa de investigados, que não precisam produzir provas contra si mesmos. Já os sigilos forneceriam provas concretas de possíveis ilicitudes relacionadas ao Banco Master.

A CPI do Crime Organizado, segundo apurou a coluna, deve recorrer ao STF contra a decisão de Gilmar de suspender os sigilos. Já as oitivas estão nas mãos do presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES).

De acordo com aliados, Contatato deve procurar os convocados para tentar articular, de forma voluntária, o comparecimento deles à comissão parlamentar de inquérito.

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