Igor Gadelha

Conselho de Paz: Lula monitora reação de líderes a convite de Trump

Segundo diplomatas e assessores, a ordem no governo Lula é analisar convite de Trump para Conselho de Paz de Gaza “sem precipitações”

atualizado

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula
1 de 1 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Lula - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente Lula monitora com lupa a reação de outros líderes mundiais que, assim como ele, foram convidados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a compor o chamado “Conselho de Paz de Gaza”.

Lula, segundo apurou a coluna, tem sido informado diariamente por seus assessores da área internacional no Palácio do Planalto e por diplomatas do Itamaraty sobre os líderes que já aceitaram ou recusaram o convite.

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O presidente dos EUA, Donald Trump
Israel bombardeia e derruba uma das torres mais altas de Gaza; vídeo
Presidente Lula
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O presidente dos EUA, Donald Trump

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Israel bombardeia e derruba uma das torres mais altas de Gaza; vídeo
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Israel bombardeia e derruba uma das torres mais altas de Gaza; vídeo

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Monitoramento feito pelo Itamaraty aponta que, até a tarde da terça-feira (20/1), poucos líderes haviam se manifestado. A maioria deles é de direita, como Javier Milei, da Argentina, e Viktor Orbán, da Hungria.

Tanto Milei quanto Orbán já afirmaram publicamente aceitarem a proposta de Trump. Já o presidente da França, Emmanuel Macron, recusou o convite do chefe da Casa Branca. O francês é aliado de Lula.

“Sem precipitações”

A estratégia do governo Lula, segundo diplomatas e assessores, é analisar o convite de Trump com cautela, analisando com lupa todos os fatores e possíveis consequências envolvidas, “sem precipitações”.

“Estamos em um ritmo normal de processo decisório sobre um assunto complexo e de grande repercussão. Muito poucos países reagiram ao convite até o momento. É assim mesmo que funciona”, avaliou à coluna, sob reserva, um embaixador que acompanha o tema.

Na segunda-feira (19/1), Lula discutiu o convite — feito por Trump por meio de uma carta — durante uma reunião com o chanceler Mauro Vieira e outros assessores. Por hora, o Planalto diz que o tema está em “análise.

“Há um caminhão de fatores. Agora é o momento de entender cada um deles, sem precipitações. E sem singularizar”, afirmou à coluna um integrante do governo, sob reserva.

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