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Eleições 2026Igor Gadelha

Campanha de Flávio Bolsonaro já consultou 14 economistas, diz senador

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto diz que 14 economistas já foram ouvidos para ajudar no plano de governo

Carolina Nogueira12/03/2026 07:00, atualizado 12/03/2026 06:14
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MICHAEL MELO/METRÓPOLES
Imagem colorida do senador Rogério Marinho

Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem ouvido uma série de economistas enquanto não define quem será seu eventual ministro da Fazenda, caso seja eleito.

Segundo o senador Rogério Marinho (PL-RN), principal coordenador da pré-campanha de Flávio, já foram ouvidos pelo menos 14 economistas em busca de contribuições para o plano de governo.

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Senador Rogério Marinho
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Senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado
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Senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado

Luis Nova/ Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Existem pelo menos 14 economistas que já foram consultados. Inclusive, muitos que você conhece, que são importantes, que tiveram o nosso governo (Bolsonaro), que estão aí no mercado, que são economistas-chefes de grandes bancos, de grandes empresas. A gente tem conversado com muita gente”, afirmou Marinho, sem revelar nomes, durante encontro com empresários promovido pelo Grupo Esfera na última terça-feira (10/3), em Brasília.

Segundo o senador, há um grupo que está debruçado sobre a elaboração do plano de governo. São profissionais das áreas ambiental, de educação, de infraestrutura, biotecnologia e terras indígenas.

“Nós, do PL, que fazemos parte do entorno do presidente Bolsonaro, erramos e acertamos. Mas nós temos um aprendizado. Nós passamos quatro anos no governo. Nós sabemos o que deu certo e o que deu errado. Pelo menos na nossa ótica, quais foram as áreas que nós não conseguimos implementar mudanças na velocidade que nós gostaríamos, onde foi que nós tropeçamos e onde foi que, apesar de ter dado certo, poderia ter tido uma celeridade maior, ter uma ação mais expedita”, ponderou Marinho.

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