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Igor Gadelha

Bolsonaristas apresentam emendas para alterar PEC 6x1 no Senado

Senadores bolsonaristas Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC) apresentaram emendas à PEC 6x1 mirando as 44 horas de trabalho semanais

26/08/2026 02:00
HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
Bolsonaristas apresentam emendas para alterar PEC 6×1 no Senado

Com a expectativa do presidente Lula de que o Senado vote a PEC do fim da escala 6×1 na próxima semana, senadores bolsonaristas começaram a se movimentar para tentar modificar trechos da proposta.

Na terça-feira (25/8), os senadores Izalci Lucas (PL-DF) e Hermes Klann (PL-SC), que é suplente de Jorge Seif na Casa, protocolaram ao menos cinco emendas para modificar alguns pontos aprovados pela Câmara.

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O senador Hermes Klann, suplente de Jorge Seif no Senado
Senador Izalci Lucas
Izalci (PL) aparece com 10,7% de rejeição
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Izalci (PL) aparece com 10,7% de rejeição

Matheus Veloso/Metrópoles
O senador Hermes Klann, suplente de Jorge Seif no Senado
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O senador Hermes Klann, suplente de Jorge Seif no Senado

Saulo Cruz/Agência Senado
Senador Izalci Lucas
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Senador Izalci Lucas

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Uma das emendas protocoladas por Klann prevê que o período de transição entre a jornada de 44 horas semanais para 40 horas seja de quatro anos, em vez dos dois anos previstos na PEC chancelada pelos deputados.

“A transição gradual da jornada semanal de 44 para 40 horas, iniciando-se apenas em 2027 e ocorrendo à razão de uma hora por ano durante quatro anos, constitui medida de prudência econômica e responsabilidade social”, argumenta o senador.

A manutenção da jornada de 44 horas semanais mediante convenção coletiva também é uma das medidas propostas pelo suplente de Seif, que alega a necessidade de alguns setores terem regimes especiais.

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Izalci também apresentou emendas prevendo a possibilidade de manutenção das 44 horas de trabalho semanais e sugerindo a criação de uma política de desoneração da folha para setores que reduzirem a jornada.

“A imposição de redução generalizada da jornada, desacompanhada de medidas compensatórias, pode gerar aumento expressivo dos custos de contratação, redução da formalização e retração na geração de empregos”, diz o senador do DF.