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Igor Gadelha

Alcolumbre articula contra André Mendonça até de madrugada

Presidente da CCJ do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) marcou a sabatina de André Mendonça na comissão para 1º de dezembro

29/11/2021 14:00, atualizado 29/11/2021 17:02
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Daniel Ferreira/Metrópoles
Senador Davi Alcolumbre

Presidente da comissão no senado que sabatinará André Mendonça nesta semana, Davi Alcolumbre (DEM-AP) vem trabalhando dia e noite, literalmente, em busca de votos para rejeitar o nome do indicado pelo presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na semana passada, por exemplo, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ficou até depois de 1 hora da manhã visitando apartamento funcionais de colegas senadores, em Brasília, na madrugada da quarta-feira (24/11) para a quinta-feira  (25/11).

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Ex-ministro da AGU, André Mendonça
André Mendonça e Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto
André Mendonça em jantar com deputados evangélicos no dia 22 de novembro, em Brasília
Senador Davi Alcolumbre (DEM-AP)
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Senador Davi Alcolumbre (DEM-AP)

Michael Melo/ Metrópoles
Ex-ministro da AGU, André Mendonça
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Ex-ministro da AGU, André Mendonça

Igo Estrela/Metrópoles
André Mendonça e Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto
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André Mendonça e Jair Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto

Rafaela Felicciano/Metrópoles
André Mendonça em jantar com deputados evangélicos no dia 22 de novembro, em Brasília
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André Mendonça em jantar com deputados evangélicos no dia 22 de novembro, em Brasília

Reprodução/Instagram

Nos bastidores, aliados de Alcolumbre dizem que ele contabiliza entre 47 e 50 votos contrários à indicação de Mendonça no plenário do Senado. As planilhas dos aliados do indicado ao STF, porém, apontam votos de ao menos 54 senadores para aprovar o nome de Mendonça.

As planilhas e preocupações dos aliados de André Mendonça

Para que a indicação seja aprovada, indicado de Bolsonaro precisará de apoio de, no mínimo, 41 dos 81 senadores. A sabatina foi marcada para quarta-feira (1º/12). Para garantir o quórum, evangélicos mobilizaram oito jatinhos para transportar os parlamentares a Brasília.

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