
Igor GadelhaColunas

A promessa de Wajngarten a Braga Netto durante visita na prisão
Ex-chefe da Secom, Fabio Wajngarten visitou general da reserva Braga Netto na unidade militar onde o ex-ministro está preso, no Rio
atualizado
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Ex-chefe da Secom no governo Bolsonaro, o advogado Fabio Wajngarten visitou o general da reserva Braga Netto na quarta-feira (25/3), no quartel onde o militar está preso há um ano e três meses, no Rio de Janeiro.
Na visita, Braga Netto afirmou que se sente um “preso político”. O general também apontou o que vê como “inconsistências” do inquérito do golpe, pelo qual foi condenado a 26 anos de prisão em regime fechado.
Na conversa, o ex-chefe da Secom prometeu a Braga Netto articular mais visitas ao ex-ministro na prisão. A ideia de Wajngarten é levar outros generais do Exército, deputados, senadores e lideranças religiosas.
Nesse período em que está preso, Braga Netto recebeu visitas de poucos aliados. Entre eles, estão os senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Eduardo Girão (Novo-CE).
O atual comandante do Exército, general Tomás Paiva, também visitou Braga Netto uma única vez. A visita ocorreu em fevereiro de 2025 e fez parte da rotina do comandante de visitar militares presos.
A rotina de Braga Netto
A Wajngarten, Braga Netto relatou que tem adotado uma rotina rígida para ocupar a mente, com exercícios diários e reuniões com advogados por videoconferência de duas a três vezes por semana.
O general da reserva está preso em uma das salas do quartel. O local tem banheiro próprio, com chuveiro elétrico, e pouco acesso à luz natural — a janela da sala está coberta com um papelão.







