
Igor GadelhaColunas

A exigência de Pacheco para se filiar ao MDB
Senador Rodrigo Pacheco tem feito exigências ao MDB para se filiar ao partido e concorrer ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026
atualizado
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A filiação do senador Rodrigo Pacheco (MG) ao MDB para concorrer ao governo de Minas Gerais em 2026 esbarra em alguns empecilhos que precisam ser resolvidos pela direção nacional do partido.
Aliados do ex-presidente do Senado afirmaram à coluna, sob reserva, que, além da legenda para concorrer ao Palácio Tiradentes em outubro, Pacheco quer o controle do diretório estadual do MDB.
Para conseguir a presidência estadual do partido, Pacheco precisa que a direção nacional do MDB retire o deputado federal Newton Cardoso, que está há anos à frente do comando da legenda em Minas.
Outro ponto a ser resolvido seria convencer o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo (MDB) a desistir de sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais.
Todas as candidaturas só serão confirmadas durante as convenções partidárias que acontecem de 20 de julho a 5 de agosto. Os candidatos, porém, precisam definir seus partidos até 4 de abril.
Pacheco também negocia com PSB e União Brasil
Além do MDB, Pacheco negocia filiação com outros dois partidos: o PSB e o União Brasil, legenda de seu aliado de primeira hora Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente do Senado.
Se concorrer ao governo de Minas Gerais, Pacheco dará palanque no estado para o presidente Lula, principal entusiasta da candidatura do ex-presidente do Senado a governador.







