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Witzel não deve depor na sexta-feira, diz defesa

Presidente da CPI pediu que Damares inclua ex-governador e família em programa de proteção

atualizado

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Wilson Witzel
1 de 1 Wilson Witzel - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A defesa de Wilson Witzel considera pouco provável que o ex-governador fale à CPI da Pandemia em sessão secreta na próxima sexta-feira (9/7). Nesta terça-feira (6/9), o presidente da comissão, senador Omar Aziz, pediu que Damares Alves inclua Witzel, a mulher e três filhos no programa de proteção a testemunhas por dois anos.

Os advogados avaliam que o prazo não será suficiente para Damares eventualmente autorizar a proteção e a Polícia Federal garantir o esquema de segurança do depoimento.

“É pouco provável que tudo esteja implementado até sexta-feira. Essa condição para acontecer o depoimento é muito clara, é intransigível”, afirmou o advogado Diego Carvalho, que relata que o ex-governador tem recebido ameaças.

Witzel depôs à CPI no último dia 16, quando bateu boca com Flávio Bolsonaro. Desde então, prometeu aos senadores revelar “fatos gravíssimos que envolvem muitas pessoas e autoridades”, incluindo supostas perseguições a mando de Jair Bolsonaro.

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