Cármen Lúcia é sorteada relatora de ação para prorrogar CPI da Covid
Parlamentares foram à Suprema Corte para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a prolongar os trabalhos na Casa
atualizado
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A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteada para relatar a ação apresentada por parlamentares para obrigar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a determinar a prorrogação da CPI da Covid.
O pedido foi levado à Corte pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Jorge Kajuru (Podemos-GO).
Na semana passada, o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), solicitou a prorrogação das investigações por mais 90 dias. O requerimento teve o apoio de 34 senadores, sete a mais do que o número mínimo exigido.
Apesar disso, Pacheco disse que iria analisar a solicitação apenas no início de agosto.
O movimento feito por Vieira e Kajuru é semelhante ao que motivou a instalação da CPI da Covid. Pacheco não queria o funcionamento da comissão, mas foi obrigado a autorizar os trabalhos do colegiado, por determinação do Supremo.
