Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Natália Portinari

Um novo desconforto de Tarcísio de Freitas ao fim do governo de Garcia

Entorno de Tarcísio de Freitas alega que repasse de recursos do Fundo Estadual de Saúde priorizou aliados de Rodrigo Garcia na campanha

atualizado 28/11/2022 11:24

Divulgação/ Governo de São Paulo

A equipe de Tarcísio de Freitas manifestou novo desconforto com decisões tomadas pelo governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, na reta final da administração estadual.

Aliados do governador eleito afirmam que os últimos repasses do Fundo Estadual de Saúde priorizaram prefeitos que apoiaram Garcia no primeiro turno da eleição.

O governo de São Paulo autorizou o envio de R$ 815,1 milhões para cidades paulistas. Do montante, R$ 120 milhões foram destinados para São Bernardo do Campo. O município é comandado por Orlando Morando, um dos prefeitos mais próximos a Garcia e que fez campanha para Tarcísio no segundo turno.

A cidade de Barueri, administrada pelo tucano Rubens Furlán, recebeu R$ 60 milhões. Jundiaí e Bragança Paulista, ambas geridas por nomes próximos a Garcia, também receberam R$ 20 milhões cada.

O entorno de Tarcísio questiona quais foram os critérios usados na distribuição dos recursos. A cidade de Campinas, uma das maiores do estado, recebeu repasse de R$ 300 mil. O município é administrado pelo Republicanos, a sigla de Tarcísio.

Um estresse anterior tinha sido registrado com indicações feitas por Garcia para a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). O entorno de Tarcísio reclamou que as nomeações eram ligadas a Milton Leite, presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo.

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