Guilherme Amado

Técnicos da CGU sugerem balizador para rediscutir acordos de leniência

Está prevista nesta segunda-feira (26/2) uma audiência, convocada por André Mendonça, para tratar do tema

atualizado

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Hugo Barreto/Metrópoles
Prédio da Controladoria Geral da União irregularidades
1 de 1 Prédio da Controladoria Geral da União irregularidades - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Técnicos da Controladoria-Geral da União (CGU) avaliam que um bom caminho para a discussão sobre o futuro dos acordos de leniência é que, em vez de entrar na subjetividade de se discutir se houve ou não coação das empreiteiras, qualquer renegociação se dê em cima da avaliação das empreiteiras de pagar ou não as multas impostas pelos acordos. Está prevista nesta segunda-feira (26/2) uma audiência, convocada por André Mendonça, para tratar do tema.

O “hability to pay” é algo com que as empresas precisaram se comprometer no momento em que assinaram as leniências, mas, de lá para cá, a situação de algumas se deteriorou drasticamente. A capacidade de pagamento seria um bom parâmetro para diferenciar quem precisa ou não renegociar.

Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e outras empreiteiras, por exemplo, não conseguiram se recuperar ainda, em parte devido à falta de obras no país. Já empresas como a JBS, mais próspera do que nunca, não teria esse problema.

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