Guilherme Amado

TCU permite voos internacionais na executiva para seus servidores

A partir de agora, os funcionários do órgão de controle não precisão viajar de econômica em voos internacionais com mais de sete horas

atualizado

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Felipe Menezes/Metrópoles
Sede do TCU
1 de 1 Sede do TCU - Foto: Felipe Menezes/Metrópoles

Os funcionários do Tribunal de Contas da União (TCU) poderão viajar a trabalho na classe executiva em voos internacionais que durem mais de sete horas.

O texto diz que “em viagens a serviço cuja duração do voo internacional seja superior a 7 (sete) horas, as passagens poderão ser emitidas na classe imediatamente superior à econômica”. Ele altera uma outra portaria, baixada em 2018 sob o governo do ex-presidente Michel Temer, que proibia viagens internacionais em qualquer classe que não a econômica.

Na prática, a restrição para voos que durarem mais de sete horas faz com que viagens internacionais na classe executiva sejam possíveis para a Europa e os Estados Unidos. Saindo de Brasília para Lisboa, o trajeto tem duração de pouco menos de 10 horas, por exemplo. Já de São Paulo para Buenos Aires são menos de quatro horas.

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