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Rivais em Goiás, Marconi Perillo e Baldy sentarão à mesa com Doria

Almoço foi organizado pelo governador de São Paulo e contará com as presenças de Rodrigo Garcia e de Rodrigo Maia

atualizado

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Montagem com fotos de Beto Barata/PR; Michael Melo/Metrópoles e Divulgação/Câmara dos Deputados
Marconi Perillo, João Doria e Alexandre Baldy
1 de 1 Marconi Perillo, João Doria e Alexandre Baldy - Foto: Montagem com fotos de Beto Barata/PR; Michael Melo/Metrópoles e Divulgação/Câmara dos Deputados

Inimigos figadais em Goiás, o ex-governador Marconi Perillo e o atual secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Alexandre Baldy, concordaram em almoçar juntos no próximo dia 24. O encontro foi um pedido de João Doria e contará com as presenças do vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, e de Rodrigo Maia, o mais novo secretário de Projetos e Ações Estratégicas do estado.

Há pendências significativas para serem resolvidas na reunião. Baldy, que é filiado ao Progressistas, ainda não manifestou apoio à candidatura de Doria à Presidência da República. A posição de Baldy diverge da que foi adotada pelo secretário da Economia de São Paulo, Henrique Meirelles, do PSD. Quando foi questionado sobre a eleição de 2022, Meirelles se comprometeu a apoiar uma terceira via e apontou Doria como o político capaz de liderar o movimento.

A questão é que o Progressistas está na base de Jair Bolsonaro no Congresso e conta com o ex-presidente do partido, Ciro Nogueira, na chefia da Casa Civil do governo. Baldy é o atual presidente do Progressistas em Goiás e manifesta interesse em ser candidato ao Senado em 2022. As costuras eleitorais podem colocar Baldy para disputar o cargo na mesma chapa do governador Ronaldo Caiado, um dos aliados que Bolsonaro deverá manter ao seu lado até o pleito.

Além disso, existe uma pré-disposição no PSDB de Goiás em apoiar a candidatura de Eduardo Leite nas prévias do partido. Os tucanos têm aguardado uma manifestação de Perillo sobre o tema, mas o ex-governador não dá indícios de que se pronunciará tão cedo. Políticos que falaram com Perillo recentemente contam que ele justifica o silêncio citando a relação histórica que tem com outros tucanos que estão na disputa: o ex-prefeito Arthur Virgílio Neto e o senador Tasso Jereissati.

Não haverá digestão tranquila após o almoço no Palácio dos Bandeirantes.

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metropoles.comGuilherme Amado

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