Guilherme Amado

Piso da enfermagem esbarra na falta de previsão da fonte dos recursos

Deputados analisam piso salarial nacional para enfermeiros, parteiras e técnicos de enfermagem

atualizado

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Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara
1 de 1 Plenário da Câmara - Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Arthur Lira ainda esbarra em um problema para conseguir votar nesta quarta-feira (4/5) a proposta que institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.

Com o objetivo de tirar apoio à proposta, a indústria hospitalar vem martelando que ainda não foi apontada fonte de financiamento viável que consiga garantir o valor mínimo inicial para os enfermeiros de R$ 4.750, a ser pago pelos serviços de saúde públicos.

Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o impacto no orçamento pode chegar a R$ 23 bilhões, em 2022, e a R$ 24,9 bilhões em 2024.

Pelos cálculos da Câmara, os recursos necessários são menores, chegando a R$ 16 bilhões.

Ainda assim, é improvável que, se aprovado, o projeto seja vetado por Bolsonaro em ano eleitoral.

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