Guilherme Amado

Os motivos para as duas escolhas de Jair Bolsonaro ao STJ

Presidente explicou a aliado opção por Ney Bello, do TRF-1, e Messod Azulay, do TRF-2

atualizado

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1 de 1 jair bolsonaro - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Jair Bolsonaro explicou recentemente a um aliado por que escolheu para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) os desembargadores Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), e Messod Azulay, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2).

Bolsonaro avalia que Azulay tem um perfil de judeu conservador, o que o presidente enxerga como um alinhamento ideológico na pauta de costumes. A escolha também servirá como aceno ao próprio STJ, uma vez que o desembargador foi o mais votado da lista quádrupla encaminhada pela corte.

No mês passado, Azulay entregou ao ministro Kassio Nunes Marques, o mais alinhado a Jair Bolsonaro no STF, a Medalha do Mérito Judiciário, em um aceno ao bolsonarismo.

Ney Bello, por sua vez, era favorito já há algum tempo, mas chegou a ter o posto ameaçado por ser próximo de Gilmar Mendes, que volta e meia desagrada ao Planalto com seus votos no Supremo. A decisão pela soltura do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, no mês passado, porém, foi o gesto que faltava para Bolsonaro bater o martelo em prol de Bello.

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