Guilherme Amado

Militar poderá ficar em silêncio na CPI, decide Fux

Marcelo Blanco foi diretor do Ministério da Saúde; defesa afirma que tenente-coronel colaborará com senadores

atualizado

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Reprodução/TV Câmara
Marcelo Blanco
1 de 1 Marcelo Blanco - Foto: Reprodução/TV Câmara

O STF concedeu nesta quarta-feira (14/7) ao tenente-coronel Marcelo Blanco o direito de ficar em silêncio na CPI da Pandemia. O depoimento será em agosto. Ex-diretor substituto de Logística do Ministério da Saúde, Blanco participou do jantar de suposta propina, num shopping de Brasília no final de fevereiro.

Na decisão, o ministro Luiz Fux afirmou que a CPI mantém a autoridade para tomar providências em caso de “abuso do exercício do direito de não-incriminação”, e que Blanco poderá ficar em silêncio em relação a fatos que o incriminem. O militar ainda será obrigado a comparecer ao Senado e dizer a verdade. A defesa de Blanco tem dito que o militar responderá todas as perguntas dos senadores e colaborará com a comissão.

Na semana passada, Roberto Dias, ex-diretor de Logística da pasta, foi preso por mentir à CPI. Depois de cinco horas de detenção, pagou uma fiança de R$ 1,1 mil e foi liberado. Citando esse episódio, a defesa de Marcelo Blanco alegou ao Supremo que temia “constrangimentos ilegais” na CPI.

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