Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Lucas Marchesini

Indústria quer tentar agenda positiva do meio ambiente na COP26

CNI quer ampliar a discussão sobre o aquecimento global para além das queimadas e desmatamentos, que pesam contra a imagem do Brasil

atualizado 10/09/2021 20:45

Ernesto Carriço/NurPhoto via Getty Images

A CNI quer ampliar a discussão sobre o aquecimento global para além das queimadas e desmatamentos que pesam contra a imagem do Brasil. A indústria quer aproveitar a COP26 para mostrar exemplos da indústria brasileira alinhadas às melhores práticas globais de sustentabilidade em áreas como transição energética, precificação de carbono e energia circular.

Na lista de casos de sucesso a serem mostrados, entram a matriz energética com 83% de fontes renováveis, três vezes mais que os 27% registrados nos países da OCDE; os biocombustíveis, 90% mesmo poluentes que os combustíveis fósseis; a reciclagem de 56% do alumínio, mais que o dobro da média global (26%); e a baixa emissão de CO² na fabricação de cimento e concreto. Mundialmente, este setor responde por cerca de 7% de todo o CO₂ emitido na atmosfera pela ação humana. No Brasil, o índice é de 2,3%, uma relação 3 vezes menor.

Com os exemplos de sustentabilidade no setor produtivo, a CNI quer ajudar a destravar a ratificação do acordo Mercosul – União Europeia. De acordo com estudo da entidade, o acordo deve abrir 778,4 mil novos postos de trabalho no Brasil com o aumento de US$ 9,9 bilhões nas exportações para o mercado europeu.

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