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Guilherme Amado

Eleitor evangélico vê abismo entre discurso pró-Bolsonaro e crise

Crise econômica pode ser uma das razões da queda de Jair Bolsonaro entre eleitores evangélicos

28/06/2022 02:00, atualizado 28/06/2022 10:26
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Isac Nóbrega/PR
Jair Bolsonaro em culto evangélico no Planalto

As pesquisas de 2022 mostram uma diminuição de intenção de voto do eleitorado evangélico em Jair Bolsonaro, na comparação com as últimas de 2018. A rodada mais recente do Datafolha indicou que Lula manteve a vantagem entre católicos: 42% deles o preferem, enquanto 20% escolhem Bolsonaro. O presidente, porém, está na frente entre evangélicos: 36% dos evangélicos pretendem votar nele, quando 28% optam pelo petista.

A redução pode ter na crise econômica uma das razões. O eleitor evangélico, afinal, faz compras e abastece o carro, por exemplo.

Neste Diagnóstico, quadro de análises em vídeo da coluna, lembro que esse abismo entre a realidade e o discurso pró-Bolsonaro feito por alguns pastores é um risco para as igrejas que o fazem.

Assista ao vídeo: