Eduardo Bolsonaro: 2022 será “Jair ou já era e fazer as malas”
Deputado participou de conversa com aliados no Twitter; Jair Bolsonaro se dedicará mais a esta campanha eleitoral, disse Eduardo

Eduardo Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (10/2) que bolsonaristas serão perseguidos e podem fazer as malas em um eventual governo Lula em 2022. “Esse ano aí é Jair ou já era, ou então pode fazer suas malas”, disse o deputado em uma conversa com aliados no Twitter Spaces.
“Algumas pessoas falam para mim: ‘Eu queria ver só uma semana sem Bolsonaro, com Haddad presidente, Lula presidente’. Eu falo que eu não quero nem ver. Eu sei o tanto de perseguição que a gente vai sofrer, de regulação de mídia e tudo. Então, esse ano aí [2022] é Jair ou já era. Ou então pode fazer suas malas”, disse Eduardo Bolsonaro, logo depois de afirmar que Jair Bolsonaro é o “único capaz de levar adiante suas bandeiras”. A conversa foi gravada pelo jornalista Eduardo Matysiak.
Dudu Bolsonaro e amigos no #Space 🗣 pic.twitter.com/aokA7h5Q5z
— Eduardo Matysiak (@EduardoMatysiak) February 10, 2022
Na campanha de 2018, contra o ex-ministro Fernando Haddad, bolsonaristas faziam um trocadilho diferente com o primeiro nome do presidente: “É melhor Jair se acostumando”. Nesta quarta-feira (8/2), uma pesquisa eleitoral realizada pela Quaest e Genial Investimentos mostrou que o ex-presidente Lula seria eleito no primeiro turno em todos os cenários apresentados aos entrevistados.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesEm outro trecho da conversa, Eduardo Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro se dedicará mais à próxima campanha eleitoral, com vistas a tentar eleger aliados em outros cargos. “Certamente o presidente vai entrar mais de cabeça nessa eleição, para senador, governador e deputado federal”, seguiu o parlamentar.
O bate-papo contou com Gil Diniz, deputado estadual do PL em São Paulo, e Paulo Chuchu, vereador de São Bernardo do Campo pelo PRTB. Alvo do inquérito das fake news no STF, Gil Diniz chegou a ser afastado pelo PSL em 2020 de suas atividades partidárias na Assembleia Legislativa de São Paulo.


















