Com Bruna Lima, Edoardo Ghirotto, Eduardo Barretto e Naomi Matsui

Dono de laboratório suspeito já teve empresa multada por Petrobras

Estatal fixou multa de R$ 2,3 milhões à Global Gestão em Saúde, que tem como sócio Francisco Emerson Maximiano

atualizado 23/06/2021 18:57

Vacina indiana Covaxin - Coronavirus - Covid19Pallava Bagla/Corbis via Getty Images

Uma das empresas de Francisco Emerson Maximiano, o dono da empresa de importação de vacina suspeita de ter sido favorecido pelo governo Bolsonaro, foi multada pela Petrobras há quatro meses.

Maximiano é sócio da Global Gestão em Saúde S/A e da Precisa Medicamentos, representante no Brasil do laboratório Bharat Biotech, responsável pela Covaxin.

Em 29 de janeiro de 2021, o Comitê de Integridade da Petrobras determinou à Global Gestão em Saúde uma multa de R$ 2,3 milhões, além da suspensão da possibilidade de fechar contratos com a estatal por dois anos. A decisão foi publicada no Diário Oficial em 5 de fevereiro, mas não explicita o motivo da punição.

A justificativa usada no Portal da Transparência é de “inexecução total ou parcial do contrato”.
Aberta em 2008, a Global Gestão em Saúde participou de quatro licitações do Ministério da Saúde, tendo recebido R$ 19,9 milhões do governo federal.

Siga as redes do Guilherme Amado
Últimas da coluna