Guilherme Amado

Candidato no RJ, Neves critica falas de Castro e Freixo em Petrópolis

O pré-candidato do PDT ao governo do Rio de Janeiro, Rodrigo Neves, criticou o que chamou de “falta de compostura” de ambos

atualizado

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O pré-candidato do PDT ao governo do Rio de Janeiro, Rodrigo Neves, criticou o governador Claudio Castro, do PL, e o deputado federal Marcelo Freixo, do PSB, pelo comportamento de ambos após a tragédia em Petrópolis, que já causou mais de 150 mortes. Para Neves, os dois teriam tido “falta de compostura”.

“É inacreditável a falta de compostura do Freixo e do Claudio Castro nessa crise, fazendo ali tabelinha, uma disputa politica, em contexto de uma tragédia”, disse, em entrevista para a coluna, cuja íntegra será publicada nesta terça-feira (22/2).

Castro e Freixo são os principais candidatos na disputa pelo governo do estado e viajaram a Petrópolis após as fortes chuvas que atingiram a cidade, o que deu início a uma troca de acusações entre eles.

A briga começou com Freixo compartilhando um vídeo no qual criticava Castro por não ter aceitado auxílio de outros estados. Em resposta, o governador chamou Freixo de oportunista e o comparou com o personagem Zé do Caixão.

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No Rio de Janeiro já se fala em ao menos seis pré-candidatos. Alguns já estão oficializados pelos partidos; outros, ainda não
Paulo Ganime (Novo-RJ) - O partido Novo lançou o deputado federal como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2022
Rodrigo Neves (PDT) - O ex-prefeito de Niterói reafirmou, no fim de 2021, sua candidatura ao governo do Rio
Marcelo Freixo (PSB/RJ) – O Partido Socialista Brasileiro (PSB) escolheu o político para concorrer à vaga no Palácio Guanabara pela sigla
Cláudio Castro (PL) – O atual governador do estado carioca tentará reeleição pelo Partido Liberal (PL)
Enquanto partidos se organizam em busca de aliança e de federações partidárias, nomes da política brasileira já são dados como certos nas eleições de 2022
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Enquanto partidos se organizam em busca de aliança e de federações partidárias, nomes da política brasileira já são dados como certos nas eleições de 2022

TSE/ Divulgação
No Rio de Janeiro já se fala em ao menos seis pré-candidatos. Alguns já estão oficializados pelos partidos; outros, ainda não
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No Rio de Janeiro já se fala em ao menos seis pré-candidatos. Alguns já estão oficializados pelos partidos; outros, ainda não

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Paulo Ganime (Novo-RJ) - O partido Novo lançou o deputado federal como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2022
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Paulo Ganime (Novo-RJ) - O partido Novo lançou o deputado federal como pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro nas eleições de 2022

Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Rodrigo Neves (PDT) - O ex-prefeito de Niterói reafirmou, no fim de 2021, sua candidatura ao governo do Rio
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Rodrigo Neves (PDT) - O ex-prefeito de Niterói reafirmou, no fim de 2021, sua candidatura ao governo do Rio

Glaucon Fernandes/Eleven/AE
Marcelo Freixo (PSB/RJ) – O Partido Socialista Brasileiro (PSB) escolheu o político para concorrer à vaga no Palácio Guanabara pela sigla
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Marcelo Freixo (PSB/RJ) – O Partido Socialista Brasileiro (PSB) escolheu o político para concorrer à vaga no Palácio Guanabara pela sigla

Hugo Barreto/Metrópoles
Cláudio Castro (PL) – O atual governador do estado carioca tentará reeleição pelo Partido Liberal (PL)
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Cláudio Castro (PL) – O atual governador do estado carioca tentará reeleição pelo Partido Liberal (PL)

Luis Alvarenga/Divulgação
Felipe Santa Cruz (PSD) -  O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Partido Social Democrático (PSD)
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Felipe Santa Cruz (PSD) - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) é pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro pelo Partido Social Democrático (PSD)

Redes sociais/ Reprodução

 

“Ainda que eu ache que esse laudêmio precise e pode deixar de ser cobrado em Petrópolis, ele representa R$ 4 milhões por ano. Estamos falando de 200 anos de arrecadação de laudêmio [para reconstruir a cidade]. Aí o Marcelo [Freixo] faz ação claramente política.  A gente precisa botar a mão na consciência, ter ação sóbria, discreta, a situação de Petrópolis exige isso”, prosseguiu o pedestista.

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